Mostrando postagens com marcador astronomia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador astronomia. Mostrar todas as postagens

Conheça a triste história de Laika, o primeiro animal a entrar em órbita





Laika era uma andarilha, ela foi capturada das ruas de Moscou pelas autoridades soviéticas e promovida a cosmonauta. Ela foi a escolhida entre 38 cães de portes pequenos, por seu temperamento calmo, sua obediência e por sua inteligência durante o treinamento.

O Dr.Vladimir Yazdovsky, um médico que trabalhou com cães espaciais da Rússia, a levou para casa para brincar com seus filhos na noite anterior em que ela foi colocada na cápsula.

Ela entrou para a história quando no dia 3 de Novembro de 1957, foi lançada ao espaço a bordo da nave soviética Sputnik 2um mês depois do lançamento do satélite Sputnik 1, o primeiro objeto artificial a entrar em órbita. Eles providenciaram oxigênio suficiente para ela viver por 10 dias. Moscou afirmava ao mundo que em poucos dias Laika retornaria numa cápsula espacial ou em um para-quedas. Mas apesar do que era divulgado, Moscou sabia, desde o início, que Laika não retornaria com vida de sua missão, pois o Sputnik 2 não possuía tecnologia para regressar à Terra.


Era uma viagem só de ida.


Laika em testes na pequena cabine que a levaria para o espaço.
Morte:

Laika morreu entre cinco e 7 horas após a decolagem, sensores médicos inseridos no corpo de Laika mostraram que seus batimentos chegaram ao triplo do normal. A causa de sua morte provavelmente foi uma combinação de estresse sofrido pelo superaquecimento, talvez ocasionado por uma falha no sistema de controle térmico da nave. Depois de algumas horas do lançamento, os soviéticos não receberam mais nenhum sinal de vida de Laika. O Sputnik 2 deu 2.570 voltas ao redor da Terra, carregando os restos mortais de Laika até se desintegrar na reentrada da atmosfera.




Homenagem
Até hoje a história de Laika comove pessoas, tanto que a pequena cadela foi homenageada em diversos países, como uma verdadeira heroína. Selos com sua imagem foram lançados em vários países e em Moscou há um monumento em sua homenagem. Todos os especialistas concordam que Laika, contribuiu para a conquista do espaço e que sem essa simpática cadelinha, a corrida espacial nunca teria sido a mesma.

Laika morreu em prol da exploração espacial.
Selo postal na Romênia em homenagem a Laika.

Laika estampando uma embalagem de cigarros na URSS.



Monumentos erguidos em homenagem a Laika na atual Rússia.
Laika sendo preparada por um dos cientistas da extinta União Soviética.

Modelo do Sputnik 2, a nave espacial de Laika.



Como é a formação de uma estrela?

Estrelas emitem luzes de cores diferentes que vão do vermelho, amarelo e ao azul, algumas vivem sozinhas e outras vivem em pares orbitando uma a outra. Juntando-se em galáxias gigantes, verdadeiras cidades compostas de bilhões de estrelas. Cada estrela é única, mas todas elas começam a vida da mesma forma em nuvens de poeira e gás chamadas de nebulosas, com milhões de quilômetros de extensão, elas flutuam no espaço tomando formas espetaculares.

A nebulosa da Chama:


A nebulosa da cabeça do cavalo:


A nebulosa de Órion:



Cada nebulosa é uma maternidade onde milhões de novas estrelas nascem. Mas esse nascimento não pode ser visto. "As partes mais cruciais de uma nebulosa não são os belos gases brilhantes que nós vemos, mas as partes escuras. As partes escuras tem áreas de gás e poeira que onde o mais importante acontece em termos de formação de estrelas", afirma a astrônoma Michelle Thaller.



As nuvens de poeira são tão grossas que os telescópios normais não conseguem enxergar lá dentro. "Não há nada mais importante para nós do que as estrelas, mas durante muito tempo a formação delas permaneceu um mistério, nós não conseguimos observar-las, imagina não conseguimos ver os primeiros momentos de uma estrela", afirma Michelle. 

Até 2004, quando a NASA lançou o telescópio espacial Spitzer. O Spitzer é um telescópio infravermelho, ele só enxerga calor. O calor atravessa as grossas camadas das nebulosas permitindo ao Spitzer ver novas estrelas nascendo em seu interior.

Essas pequenas imagens incríveis captam os primeiros momentos da vida de uma estrela, quando bolsas de gás hidrogênio começam a se aquecer.



Formação

Para que uma estrela se forme basta haver hidrogênio, gravidade e tempo. A gravidade joga a poeira e o gás no redemoinho gigantesco. A gravidade une a matéria, enquanto você aglutina a matéria e comprime em coisas com espaços menores, elas necessariamente se aquecem, é uma lei da Química, se comprimir uma coisa a temperatura sobe. Durante centenas de milhares de anos a nuvem vai ficando mais densa e forma um disco giratório imenso, maior do que todo nosso sistema solar. Em seu núcleo, a gravidade comprime o gás formando uma bola super quente e super densa. A pressão aumenta até que enormes jatos de gás explodem de seu centro. Isso nos mostra o quanto a formação de uma estrela é violento, esses jatos possuem muitos anos-luz de comprimento, algo literalmente acelera o material bem depressa, em distâncias inimagináveis.

A gravidade mantém a pressão comprimindo partículas de gás e poeira que se chocam uma com as outras gerando cada vez mais calor. Nos próximos 500 mil anos a jovem estrela ficará menor, mais brilhante e mais quente. A temperatura em seu núcleo poderá chegar a 15 milhões de graus. Quando a temperatura atinge esse valor inimaginável os átomos de gás começam a se fundir gerando uma quantidade imensa de energia.








E dessa forma, nasce uma estrela. Ela brilhará durante milhões, talvez bilhões e até mesmo bilhões de anos. 

O passado nos nossos próprios olhos

A maioria de todos nós gostaríamos de um dia ver o passado. Mas isso é realmente possível, bastando olhar para o céu.


Isso porque a maioria das estrelas está tão longe que sua luz leva centenas, milhares, milhões e até bilhões de quilômetros para chegar até nós. Portanto, ao apontar para os confins do Universo o Telescópio Espacial Hubble vê uma luz que está viajando a bilhões de anos. A luz de Betelgeuse viaja desde que Colombo descobriu a América, há 500 anos. Até a luz do nosso próprio Sol leva 8 minutos para chegar até nós.

Portanto, ao você olhar para o céu, você pode está recebendo uma luz que foi emitida pela estrela na época que quando nós humanos ainda começávamos a cultivar o solo. Pode parecer estranho, mas quando olhamos para as estrelas, estamos vendo o passado delas. Se a estrela que você estiver olhando estiver bem longe, bem longe mesmo, ela pode até nem mais existir.

Ano- luz

A medida ‘’Ano-luz’’ geralmente é usada para mensurar distâncias de estrelas e outras distâncias na escala intergalácticas. Um ano-luz é uma medida de comprimento, que corresponde a distância que a luz percorre durante um ano no vácuo. No entanto, mesmo sendo medida para tempo, anos-luz são métodos de medidas para distâncias, mas que também acaba valendo para tempo.

"Semente" de galáxia encontrada de 3 bilhões de anos após o Big Bang

Mesmo as galáxias gigantes descendem de uma "semente" de galáxia, que seria o início de tudo. Pesquisadores descobriram um semente de germinação de uma galáxia elíptica gigante, produzindo novas estrelas apenas 3 bilhões de anos após o Big Bang. 





Essa descoberta com certeza irá ajudar os astrônomos no decorrer dos anos a entender como uma galáxia gigante realmente se forma. 




As galáxias elípticas gigantes são inexpressivamente gigantes, podendo ter trilhões de estrelas, os astrônomos pensavam que essas galáxias eram relíquias de um passado distante. 

OVNIs, o segredo que a NASA esconde

Você deve se perguntar, se tudo que é mostrado pra gente através da mídia é real, se sabemos de tudo que acontece, por mais que nos interessamos por algo. Não! Você não sabe de muita coisa que os "cabeças" do mundo inteiro escondem por de baixo dos panos.

Imagem ilustrativa


Outra pergunta significativa é... Você acredita em vida em outro planeta? O vídeo abaixo irá mostrar imagens excepcionais de OVINIs e estranhas anomalias que foram filmadas durante missões espaciais americanas e russas.


Descubra fatos chocantes sobre avistamentos de OVNIs na visão direta da NASA e de astronautasobtidos através de um estudo privado, independente centrado no acompanhamento e filmagem da atividade extraterrestre durante os vôos em orbita da Terra. 


 O áudio do vídeo está em inglês, mas para ajudar na compreensão utilize o menu CC da janela para escolher as opção de tradução.







Partes retiradas de: Projeto Quartzo Azul

Primeiro planeta habitável do tamanho da Terra foi descoberto!!

Nesta quinta-feira a Nasa anunciou oficialmente a descoberta de um planeta do tamanho da Terra, orbitando a "zona habitável" de uma estrela, segundo pesquisadores da Nasa, este planeta tem capacidade de acumular água na sua superfície


Comparação do Kepler-186f

 É um passo significante no sentido de encontrar mundos como o nosso - disse Paul Hertz, diretor da divisão de astrofísica da agência espacial americana, anunciando missões futuras na tentativa de descobrir corpos rochosos próximos que possam reunir condições atmosféricas e de composição similares às da Terra.


Kepler-186f como é chamado o planeta fica no sistema Kepler-186, a cerca de 500 anos-luz da Terra, na constelação de Cygnus. O sistema abriga outros quatro planetas, que orbitam uma estrela com cerca de metade do tamanho e da massa do nosso Sol, configurando-se como uma "anã vermelha", classe à qual pertencem 70% das estrelas da Via-Láctea.  


Elisa Quintana autora do artigo publicado essa quinta-feita na revista Science diz: Conhecemos apenas um planeta onde há vida: a Terra. Quando procuramos por vida fora do nosso Sistema Solar, focamos em encontrar planetas cujas características "imitem" as daqui.


Em relação aos dias de um ano no Kepler-186f, são 130 dias, outro fato curioso é que lá a energia que o planeta recebe de sua estrela é apenas um terço do que recebemos do sol, teoricamente ao meio dia lá, teríamos um cenário igual a uma hora antes do pôr-do-sol aqui. 


Comparação do Pôr-do-Sol da Terra com Kepler-186f  (ilustração representativa)

Thomas Barclay coautor do artigo explica que esse planeta pode ser um "primo" da terra, contendo muitas características que são similar as nossas, "Estar na zona habitável não significa que este planeta é habitável. A temperatura do planeta é muito dependente do tipo de atmosfera que ele tem", conclui Thomas.

As Três Marias - Astronomia

Certamente uma das mais lindas visões do universo são as Três Marias. Mas o que é ? Bom, esse é o nome dado a um Asterismo de três estrelas que formam o cinturão da constelação de Orion, o caçador. Elas são facilmente identificadas no céu pela quantidade de luz que emitem, tirando o fato de elas estarem perfeitamente alinhadas.


Cinturão de Orion 

A formação de quadrilátero da constelação também chama atenção, tendo as estrelas Mintaka, Alnilan e Alnitaka (as Três Marias) no centro. Conheça um pouco mais sobre essas três estrelas!



Delta Orionis

Mintaka

É também conhecida como Mintaka e constitui um sistema estelar múltiplo juntamente com Epsilon Orionis e Zeta Orionis. Delta Orionis é constituído por uma estrela principal, uma estrela de magnitude 7, estando a 52 segundos do arco e ainda uma outra estrela de magnitude 14. 











Epsilon Orionis

Alnilam

A famosa Alnilan é a quarta estrela mais brilhante da constelação, ela é uma "super-gigante azul-branca" e é do tipo espectral, estando a 1340 anos-luz da terra. É conhecida no mundo astronômico por seus ventos estelares que podem chegar a 2.000 km/s, perdendo sua massa 20 milhões de vezes mais rápido que o sol, Epsilon Orionis poderá se tornar uma gigante vermelha e se exploda como uma super-nova num futuro bem próximo.





Zeta Orionis

Alnitaka

Terminando o grupo das Três Marias, Zeta Orionis é popularmente como Alnitaka, ela é a estrela de classe O mais brilhante no céu, ela é uma super-gigante azul de magnitude absoluta -5,25. Ela está a em média 800 anos-luz da terra. Em comparação de tamanho ao sol Alnitaka é imensamente maior.  E um fato curioso é que ela é uma estrela dupla (uma estrela dupla é um par de estrelas que aparentam bem próximas uma das outras, quando vistas da terra por telescópios).


Três Marias na constelação Orion



Buracos negros


A primeira ideia sobre a possibilidade da existência de buracos negros surgiu em 1783, quando John Michell, um astrônomo inglês, propôs que poderiam existir estrelas tão densas que seriam incapazes de emitir luz, na época chamada de estrelas escuras. Essas estrelas, com massa superior à do Sol e velocidade de escape superior à velocidade da luz, não poderiam ser vistas, pois qualquer feixe de luz seria puxado de volta pela força da gravidade


Buraco negro


 Ou seja, buraco negro é uma região do espaço que possui uma quantidade tão grande de massa concentrada que nada consegue escapar da atração de sua força de gravidade, nem mesmo a luz, e é por isso que são chamados de “buracos negros”.


 Em 1971 foi a primeira vez que os astrônomos perceberam um buraco negro, que ganhou o nome de Cygnus X, pois a emissão detectada era de raios X. Ele estaria localizado a cerca de seis mil anos-luz da Terra.

 
Buraco negro 2

 Segundo os estudos realizados atualmente, os astrônomos acreditam que cada galáxia tenha ao menos um buraco negro em seu centro. Como eles se formaram, ainda não é possível afirmar com toda segurança, mas há duas teorias possíveis. Uma, de que eles são oriundos de gases da formação do próprio universo. A outra hipótese é de que eles tenham se formado a partir da desintegração de estrelas.


15 coisas que você não sabe sobe o universo

A Turma da Ciência, reuniu uma lista com 15 curiosidades que certamente você não sabe sobre o universo, somente a título de conhecimentos gerais. Confira:

Foto ilustrativa do Universo


1 - A expansão do universo fica em torno de 1,6 
bilhões de quilômetros a cada hora.

2 - Planetas, constelações e galáxias formam aproximadamente apenas 4% do universo, o restante é constituido por uma matéria escura, matéria esta que os cientistas não sabem nada. 

3 - Andrômeda é a galáxia mais próxima da Via Láctea, ficando mais ou menos 2 milhões de anos luz de distância.

4 - A Via Láctea (nossa galáxia) tem em média 200 bilhões de estrelas, contudo cientistas acreditam que este valor seja pequeno. 

5 - A terra não é exatamente uma esfera. 

6 - A terra pesa 5.980.000.000.000.000.000.000 de toneladas.

7 - A terra gira à 1.600 km/h, mas viaja em sua órbita ao redor do sol a mais de 107.000 km/h.


8 - A lua tem uma variação de temperatura imensa, podendo chegar a 100ºC ao dia e a noite aproximadamente -175ºC 

9 - A famosa constelação cruzeiro do sul é formada por 54 estrelas, mas somente 5 são visíveis a olho nú.

10 - Buracos negros são de fato estrelas pesadíssimas, que devido sua alta densidade entram em colapso e atraem tudo ao seu redor inclusive a luz. 

11 - O sol detém 99,9% da matéria do sistema solar e é 333.000 vezes maior que a terra. 

12 - Júpiter é duas vezes maior do que todos os outros planetas, satélites, asteróides e cometas do Sistema Solar juntos. 

13 - A lua se afasta da terra em uma proporção relativamente grande, 1 a 3 centímetros ao ano e em média 3 metros ao século. 

14 - O planeta do Sistema Solar com o maior número de luas é Júpiter, com 63. O segundo lugar fica com Saturno, com 34 luas. 

15 - As constelações mais conhecidas no Brasil são a Cruzeiro do Sul e Órion. A constelação de Órion é, em parte, formada por 3 estrelas alinhadas denominadas As Três Marias. Para os gregos antigos, elas representavam o Cinturão de Órion.

 

O que aconteceria se a gravidade da Terra fosse igual a de Marte

Você já parou para pensar como seria a o nosso planeta com uma gravidade menor, como por exemplo Marte. Nesse artigos vamos explicar um pouco como seria essa história.



De acordo com o físico Odylio Aguiar, especialista em detecção de ondas gravitacionais da Divisão de Astrofísica do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), os gases da alta atmosfera escapariam da gravidade da Terra e se espalhariam pelo Universo. Com isso a água entraria em ebulição a uma temperatura inferior a 100°C, . “Bastaria um clima ameno de 25°C para o mar ferver”, afirmou o físico.

Outro efeito seria que, a Lua, se desgarraria da Terra. Acabando por ser capturada pela órbita do Sol, aproximadamente à mesma distância que nos encontramos dele.

''A gravidade é a principal força, em escala macroscópica, que vai modelar física e geometricamente os seres vivos. Com a mesma gravidade de Marte, este planeta Terra hipotético poderia abrigar bichos e plantas bem maiores que os atuais'', afirma o astrônomo Othon Winter.

Oceano em uma das luas de Saturno é descoberto por ciêntistas

Em Enceladus, uma das mais de 60 luas de Saturno abaixo de uma densa camada de gelo é descoberto um oceano. Após o uso da sonda Cassini, da (Nasa) pesquisadores italianos descobriram que há esse tesouro adormecido em uma dessas luas que orbitam Saturno. 

Erupções de vapor em Enceladus - 2005


Este oceano abrange boa parte do polo sul desta lua que possui mais de 310 milhas de diâmetro. Embora a sonda não mostra se o oceano se estende para o outro extremo de Enceladus, mas essa já foi uma ótima descoberta.

As pesquisas começaram a partir de 2005, quando nuvens de vapor e água foram detectadas na região polar.
Segundo fontes de pesquisa o mar tem mais de 10 km de profundidade, porém fica abaixo de 30 a 40 km de gelo. 

Não é possível ainda dizer se há ou não vida neste oceano, porém cientistas estão trabalhando arduamente para descobrir, não apenas se há vida, mas um modo de conduzir esta água até o nosso planeta.


Enceladus (Lua de Saturno